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O Verdadeiro Nome do Criador Eterno. Agora Finalmente se Revelou!

   E do Seu Filho – o Único e Verdadeiro Messias Finalmente se Revelaram! “Quem subiu ao Firmamento (céu) e de lá retornou? Quem reúne os ventos em uma das mãos? Quem amarrou as águas na sua túnica (vestes)?Quem determinou todos os limites da terra? Qual é o seu Nome, e o Nome do seu Filho? Respondei-me, se é que o sabes”! Prov. 30:4.– Você sabe o Único Nome Original, do Pai e do Seu Filho? “Essa mensagem era o plano que esteve oculto desde todos os séculos e em todas gerações e que, agora, foi revelado aos que crer: os escolhidos”. Col.1.26. E agora, que é isto? – pergunta YÁOHU ULHÍM (Iáurru Ulrrim). Por que está de novo escravizado o Meu povo? Por que está ele oprimido de novo sem justificação alguma? Os que governam sobre ele, dão uivos de exaltação, e o Meu Shúam (Nome) é constantemente blasfemado, todo yam (dia). Contudo revelarei a força poderosa do Meu Shúam (Nome) ao Meu Povo, e conhecerão a virtude que há nele. E por fim hão de reconhecer que Sou Eu, sim, Eu mesmo, quem fala com eles. Isa.52.5-6. Pois YAOHÚSHUA (Iaurrúshua) é:  ‘A pedra que foi recusada pelos construtores (pelos padres, pastores e missionários) e que veio a ser a mais importante do edifício.’ “Em mais ninguém há salvação! Debaixo do Firmamento (céu) não Existe Outro Nome – (Shúam) que as pessoas possam invocar para serem salvas,  Exceto, IAURRUSHUA!.” Atos 4.11b-12. “Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos Filhos de YÁOHU UL; a saber: aos que creem no Seu Shúam (Nome); Yao.. (Jo),1.12. “Então ouvi outra voz do Firmamento que dizia: “Sai dela, Meu povo, para não tomares parte nos seus pecados e para que não venha a ser castigado juntamente com ela, com as mesmas pragas”. Apc. 18.4.Observação:A Babilônia é uma Prostituta, não tem nenhuma ligação com O Verdadeiro Criador Eterno e nem Invoca o Nome do Pai, e nem do Seu Filho, por isso é chamada a Mãe das Meretrizes.  Cuidado é sua alma que está em jogo!

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POR QUE AS PESSOAS SE PERGUNTAM QUE A SUA RELIGÃO NÃO É EFICAZ?

OU QUANTO MAIS SE ORA MAIS ASS0MBRAÇÃO APARECE? “Muitos se questionam por que sua fé parece não ter eficácia, ou por que, quanto mais buscam, mais confusão encontram. A resposta pode estar na raiz da verdade que lhes foi ocultada.” Tenho ouvido muitos líderes evangélicos, e mesmos pessoas comuns, falarem da realidade que vivem dentro do cristianismo, porque creem no Cristo, e nunca percebem que esse cristianismo não é o antigo messianismo, já que o cristianismo é de origem grega, o qual usurpou a história e os escritos originais do Mashiach hebreu, da tribo de Yáohu-dah (Judá), de Nome e títulos hebraicos. É claro e evidente que esse cristianismo, nascido sob a regia do Imperador Romano Constantino o Grande, durante o concilio de Niceia em 325 da nossa era, nunca foi, e nunca terá a essência do Messianismo Antigo Judaico, pregados pelos discípulos de YAOHUSHUA, O Mashiach, baseado na Original Escrituras Sagradas Hebraicas; essas sim, inspiradas pelo RÚKHA-hol-HODSHUA (O Espírito Sagrado do Pai da eternidade), e nunca essas Escrituras cristãs, traduzidas primeiramente para o grego coiné (vulgar). Porque foram traduzidas do hebraico original, para o grego, e depois para o latim vulgar, e para o alemão, inglês etc. e tal. E os cristãos que tanto falam e desejam a Verdade, usando a revelação do Mashiach (o Messias), que diz: “E conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará” Jo.8.32. Ora, quem é a Verdade que liberta? De que verdade o Messias está falando? Ele está se referindo a Si mesmo. Ele se revelou dizendo: “Eu Sou o Caminho (dereq), a Verdade (emet) e a Vida (a Kháy). Ninguém vem ao Pai, a não ser por Mim.”  Jo.14.6. Revelação profunda e inconfundível. Mas essa Verdade foi corrompida, adulterada, quando os homens traduziram as Escrituras Sagradas, cumpriu-se aquilo que Paulo havia revelado em Romanos 1.23, que diz: “E mudaram a Honra (Glória) de YÁOHU, o Criador Eterno, incorruptível pela semelhança de homem (Jesus), corruptível; assim com de aves, quadrúpedes e répteis”. Porque Verdade não se muda, nem a pessoa pode mudar, muito menos o Seu Nome que é Eterno. Então, quando os homens mudaram o Nome do Messias YAOHÚSHUA, para Iesous (grego), e Iesus latim; eles transformaram a Verdade em mentira, deixando de adorar o Criador YAOHÚSHUA, lembre-se ““Todas as coisas foram feitas por meio Dele, e sem Ele, nada do que foi feito se fez”. Jo.1.3. Por isso que esse ídolo J.C, (Jesus Cristo), é um impostor, e o cristianismo é uma religião Babilônica, que as suas filhas meretrizes seguem e juntas, espalharam pelo mundo. Por esse motivo, no cristianismo nã há coerência com a Palavra do Pai, só existe confusão e engano. Portanto, não se deve esperar a eficácia da Verdade, que é YAOHÚSHUA O Mashiach. O resultado dessa desconexão com a raiz hebraica é uma religião de confusão, que carece da eficácia encontrada apenas na pureza de YAOHÚSHUA, o verdadeiro MESSIAS.  Acredite!

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A Verdadeira fé

A fé verdadeira não pode permanecer inerte; ela deve se manifestar em atos de bondade, justiça e amor ao próximo, bem como a obediência aos Mandamentos do Criador Eterno, e as Suas Leis.Somente assim ela se torna viva, operante e capaz de transformar tanto o crente quanto aqueles ao seu redor. 

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A ESCADA DE YÁOHU-caf (YAAKOV/Jacó)

A Pedra Angular, como Coluna Principal! O sonho de YÁOHU-caf em BEIT-Úl (Casa de Úl – O Criador Eterno). YÁOHU-caf partiu de Beer-Shéva, e foi para Harán. E chegou a um lugar, e pernoitou, porque o sol já era posto; e pegou uma dentre as pedras do local e pôs uma como cabeça e se deitou naquele lugar. E sonhou: e eis que uma escada colocada para eretz (terra) e cujo topo (rosh) tocava nos shua-ólmayao (céu), e eis que os molaokhim (anjos) de YÁOHU ULHÍM subiam e desciam por ela. No cimo (rosh) da escada estava YÁOHU ULHÍM, que lhe disse: “Eu sou YÁOHU ULHÍM, o Criador Eterno de Abruhám (Abraão) o teu pai (avô), e o ULHIM de YÁOHUtz-kaq (Isaque). Essa eretz (terra) em que estás deitado, darei a ti e a tua semente. A tua semente será como o pó da eretz (terra); estender-se-á para o Ocidente, para o Oriente, para o Norte e para o Sul, serão abençoadas em ti, todas as famílias ( mishpachah- Família, clã, tribo) do solo (adamah) , e na tua semente E eis que estou contigo e te protegerei a para onde quer que fores e ti farei retornar para este solo ( adamah) ; (sha’ar) dos shua-ólmayao (céu)!” Na manhã seguinte clamou-se cedo, pegou na pedra sobre o que tinha dormido, estendeu-a e colocou-a em forma de pilar, derramando azeite sobre o cume (rosh) dela. ajudar e me proteger nesta viagem, se eu der comida e roupa, e me trouxe em segurança de novo para a casa dos meus pais, então YÁOHU ULHÍM será o meu YÁOHU ULHÍM. E esta pedra que se origina por coluna, será a Beit (Casa) de YÁOHU ULHIM, e de tudo quanto me deres, certamente eu te darei a décima parte (Maoshor/o dízimo (Gn.) 28.10-22).  – Nós encontramos nesses fatos de YÁOHU-caf (Iaoshorul/Israel), muitas referências com hol-MEHUSHKHAY YAOHÚSHUA. – Primeiro: Ele procurou uma pedra dentre muitas delas, isto é, Escolheu Uma, a qual usou como cabeceira. – Segundo: O sonho. Ele com certeza estava muito apreensivo com aquela nova aventura não programada, e sim, forçada por causa do seu irmão Esaú, o qual queria tirar a sua vida, então, YÁOHU-caf estava fugindo do seu irmão! Ao dormir, tem um sonho muito revelador, uma escada colada na eretz (terra), se estendia até o seu shua-ólmayao, isto é, a cabeça da escada estava posta, amparada no shua-ólmayao. E no decorrer do sonho, ele viu que os maolokhim (anjos) subiam (porque já estavam naquele lugar) e desciam pela escada. Em cima, na cabeça (rosh) da escada estava YÁOHU ULHIM, e se dirige a YÁOHU-caf (Jacó), se apresentando: “Eu sou YÁOHU ULHÍM, o Criador Eterno de Abruhám (Abraão) o teu pai (avô), e o ULHIM de YÁOHUtz-kaq (Isaque)”. “Que maravilha, devemos ter pensado ele, estamos em casa”.  – Terceiro: YAÓHU-caf ganha de YÁOHU ULHIM, uma herança de uma eretz (terra), uma naodabyao para prosperidade da família e multiplicação da prole, bem como uma expansão para todos as direções do planeta, se espalhando por todo mundo. E mais, em Yaoshorul – YÁOHU-caf e na sua ZERA (SEMENTE) uma Haborulyao para todas as famílias (clã, tribo) da Adamah (solo), bem como, a sua proteção e retorno aos seus pais em segurança. “Essa eretz (terra) em que está deitado, darei a ti e a tua semente. A tua semente será como o pó da eretz (terra); estender-se-á para o Ocidente, para o Oriente, para o Norte e para o Sul, e serão abençoadas em ti, todas as famílias ( mishpachah- Família, clã, tribo) do solo (adamah) , e na tua Semente (uvzarekha ובזרעף – ). E eis que eu estou contigo e te protejo para onde quer que fores e te farei retornar para este solo (adamah);  – Quarto: YÁOHU-caf identifica, que aquele lugar não é um lugar comum. “Despertou YÁOHU-caf do seu sono e disse: “Certamente existe (yesh) YÁOHU ULHÍM neste local, e eu não sabia!” E teve medo e disse. “Que lugar tremendo! Este não é outro lugar, senão a Beit (Casa) de YÁOHU ULHIM; e este é o Portão (sha’ar) dos shua-ólmayao (céu)!”

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IDENTIFICANDO SERES INVISÍVEIS

O que realmente significa identificação?   “Identificação refere-se a um ou mais meios de se caracterizar ou selecionar um único objeto dentre muitos existentes”. Quando falamos “objeto” não estamos nos referindo a uma peça física, no sentido em que a palavra é comumente usada, mas tratamos aqui do objeto de identificação, que pode se tratar de um produto, localidade, veículo, animal, seres humanos ou seres espirituais. São os objetos de identificação. Em se tratando de seres humanos, existem hoje sobre a face da terra alguns bilhões deste tipo de “objeto de identificação”. Cada um deles é único e cada um deles precisa ser caracterizado com exclusividade dentre todos os demais. Esta caracterização de um único ser humano que o seleciona dentre todos os demais é o processo de identificação. O processo de identificação humana vem sofrendo alterações consideráveis ao longo dos tempos com o avanço da ciência e de processos de caracterização exclusiva. É realmente curioso pensarmos que há bem pouco tempo atrás, pouco mais de um século, nada se conhecia sobre as características exclusivas das impressões digitais como processo de identificação. Hoje em dia dispomos não só das técnicas de datiloscopia, mas também de mapeamento de retina, análise espectrográfica de voz e, mais recentemente, exame de DNA como processos de identificação. Entretanto, se nos voltarmos para um par de séculos atrás, nenhum outro processo de identificação havia senão a própria aparência física da pessoa, seu rosto, estatura, etc. Desde o princípio, mesmo quando todas estas técnicas eram desconhecidas, o Criador foi, como de costume, extremamente sábio, colocando em cada ser humano, embora todos dentro de uma única espécie, características de identificação bastante exclusivas. Primeiramente o rosto (mesmo entre gêmeos univitelinos há diferença), depois o corpo, a estatura, depois a variedade de cores de pele, depois a variedade de cores de olhos, a variedade de tipos e cores de cabelos, depois as impressões digitais, os mapas de retinas e finalmente o exame de DNA. Ainda não descobrimos o que mais o Criador colocou como característica exclusiva em cada ser humano que talvez os cientistas ainda venham a descobrir. O Criador, fora de qualquer dúvida, se dedicou bastante ao assunto identificação. Só podemos considerar como características positivas de identificação de um objeto de identificação, aquelas que sejam características permanentes, imutáveis. Aspectos variáveis, que possam sofrer alteração ao longo do tempo, não são características de identificação positiva, por óbvias razões. Assim, aspectos comportamentais, personalidade, habilidades pessoais, conhecimento e outras semelhantes, podem apenas servir como auxiliares de identificação e por um período de tempo bem pequeno. Parece-me que o problema de identificação humana vem sendo resolvido bastante bem pela ciência humana, pelos órgãos governamentais de cada país quanto a sua implementação, e pelas polícias nacionais e internacionais. Contudo, meu maior interesse não está voltado para a identificação humana, pois sobre isso já há quem cuide com bastante exatidão. Meu maior interesse (que deveria ser interesse de muitos), é sobre a identificação espiritual. Como se identifica um ser espiritual? Seres espirituais são, para nós que vivemos no mundo material, invisíveis. Esta talvez seja a maior dificuldade para as pessoas crerem que eles são reais, pois estão não só acostumadas aos processos de identificação visual e tátil, como desconhecem totalmente a identificação espiritual e a sua realidade. Na época em que alguns cientistas viveram, como Copérnico ou Galileu, uma simples declaração de que a terra era redonda e girava em torno do sol era motivo suficiente para queimarem o indivíduo na fogueira por heresia. O catolicismo romano fez muito isso. A terra ser redonda ou não é uma questão puramente material, e que podia ser provada por estes cientistas que acabaram na fogueira. Aqueles que os queimaram, nem sequer cogitaram da possibilidade deles estarem certos e desta ser a verdade acerca de um tema. De forma bem análoga, embora em terreno espiritual, muitas pessoas preferem ignorar a existência de seres espirituais invisíveis aos nossos olhos, e nem sequer cogitam sobre sua existência. Mas, no momento, a questão é a identificação dos seres espirituais, partindo do fato de que são reais. Seres espirituais, para nós que nos encontramos debaixo do firmamento, não tem rosto, não tem estatura, não tem impressões digitais, não tem mapa de retina, nem tampouco DNA. Teria o Criador deixado os seres espirituais fora de possibilidade de identificação, tendo Ele se ocupado diligentemente em identificar cada ser humano? Certamente que não. A identificação é assunto tão importante que o Criador convidou o primeiro ser humano para participar do processo de identificação de cada espécie animal que Ele havia recentemente criado. E Ele disse que como o homem as chamasse, assim seriam chamadas. As Sagradas Escrituras nos mostram que o Criador chama cada estrela pelo próprio nome, obviamente porque as identifica. As Sagradas Escrituras nos mostram com grande clareza que no reino espiritual, acima do firmamento, invisível aos nossos olhos, contudo real na sua totalidade, a forma de identificação exclusiva é o NOME de cada ser espiritual. Nenhuma outra forma é encontrada nas Sagradas Escrituras pela qual um ser espiritual possa ser identificado por nós. Não me cabe conjecturas agora se os seres espirituais possuem qualquer outra forma de identificação entre eles, acima do firmamento, como aparência, cor, tamanho, brilho, ou qualquer outra coisa que nem consigamos imaginar. O fato é, que para nós, enquanto habitando este mundo terreno e material, não temos percepção do mundo espiritual por nenhum de nossos sentidos, portanto, não podemos perceber nenhuma característica de identificação de seres espirituais, a não ser o único revelado nas Sagradas Escrituras: OS NOMES. O Criador convidou o primeiro homem a dar NOMES aos animais que Ele havia criado. O Criador chama cada estrela pelo seu NOME. O Criador mudou o NOME de diversas pessoas, conforme revelado nas Sagradas Escrituras. O Messias mudou o NOME de um de Seus discípulos. O NOME do precursor do Messias não foi escolhido por seus pais, mas por instrução do anjo que foi enviado ao seu pai que na época era o sumo-sacerdote. O NOME do Messias

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A Criação de Adám (Adão) e Kkavyáo (Eva).

Então YÁOHU ULHÍM o Criador Eterno formou (Yâwtsar) o corpo do homem (Adám) com o pó (âphâr) do solo (adâmâh) e insuflou (vay-yipah) nele um sopro (neshmât) de vida (khay-yím); e o homem (Adám) tornou-se (vay-hí) como um ser (nephesh) vivo (khayâh). Bereshit (Gn.) 2.7. Nesse verso, vemos uma sequencia no projeto de YÁOHU ULHIM ao formar o Adám. Primeiro: Formou, modelou “corpo” do Adám, do pó da Adâmâh; Segundo: insuflou, introduziu sopro de vida; Terceiro: o Adám se tornou um ser vivo. Logo, o que foi introduzido no Adám, foi um NEPHESH (SER), KHAY (Vivo), isso, introduzido no interior do Corpo (basar) que fora formado do pó da Adâmâh. Assim, ficou formado: Corpo (basar) origem pó da Adâmâh; Nephesh (Ser) Khay (Vivo). RÚKHA YÁOHU – (O Espírito Sagrado do Criador). Quanto a Khavyáo, como entender a sua criação? “Com a costela que havia tirado do Adám (homem), YÁOHU ULHÍM o Criador Eterno, o modelou uma mulher e a conduziu até ele”. Bereshít (Gn) 2.22. Bom, YÁOHU ULHIM, o Verdadeiro Criador, Artífice Gaoldul, com uma costela (tséla) do homem, criou todo esqueleto da mulher e depois estendeu a carne (basar), modelando todo o corpo feminino, naturalmente com a forma genética atual. Ali diante do Seu Criador estava aquele corpo modelado da mulher (is’sha), corpo de carne e osso, porém, lhe faltava tornar-se (hâyâh) um ser (nephesh) vivo (khayãh). Naturalmente, YÁOHU ULHIM, lhe insuflou o sopro (neshâmât) de vida (khayay). Então, Kkavyáo, (a Mulher) tornou-se (vay-hí) um ser (nephesh) vivo (khayãh). Então, YÁOHU ULHIM a conduziu a Adám. “Esta sim!”, exclamou Adám. “Esta é parte dos meus ossos e da minha carne. O seu nome será Is’sha (mulher). “Foi tirada do homem!” Bereshít (Gn) 2.23. Hodayao à YÁOHU ULHIM. Amanao! O que levou Adám a exclamar com tanta convicção e revelar a origem da mulher? – Provavelmente, ao acordar do seu sono profundo, sentiu indícios de uma dor na sua costela e na sua carne. Ao ver a mulher que Gavoha lhe trouxe, então, claramente ele viu a origem daquele sintoma e incomodo, exclamando: “Está sim”! “Esta é parte dos meus ossos e da minha carne”. Da mesma maneira que aquele ser era para ele supressa, também, se convencia da sua origem. Claro, que depois Adám, foi examina-se com mais detalhes, e mostrar a sua companheira donde ela viera. O que se explica da Isha (mulher) a sua natureza. “Igualmente vós, maridos, coabitai com ela com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais fraco”; I Pe 3:7ª. Imanushua 

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O Bem e o Mal

A Essência Humana na Sua Degeneração! Disse a serpente a mulher: “Não morre nada! YÁOHU ULHÍM, o Criador Eterno, sabe muito bem que no mesmo momento em que comerem esse fruto os vossos olhos hão de se abrir, e como YÁOHU ULHIM, serão capazes de distinguir o bem do mal”. A mulher se convenceu. Reparando na beleza daquela fruta, fresca e apetecível, que ainda por cima lhe daria entendimento, chegou-se e começou a comê-la. Depois ofereceu ao marido que também comeu.Bereshit (Gn) 3.4-7. Vejo que não foi bom para o homem e a mulher terem conhecido O mal (ha-Ra’a), porque não era algo que fosse compatível com a nossa humanidade, é algo a cima de nossa capacidade em suportar tamanha depreciação, corrupção, corrosão. É uma ação degenerativa que aflige a nossa alma, foi uma substancia malévola e asquerosa que contaminou, não só a carne como a alma e podendo atingir o próprio espírito. É algo modificador do nosso ser primário, que assimilou a nossa genética original. ‘O abrir os olhos e conhecer o bem e o mal’, é uma certificação, e não somente um conhecimento, discernimento.  O saber o que é o bem e o mal empiricamente, é uma variante constante de estar de um lado ou do outro, é algo muito, muito ruim; porque nunca podemos apreciar plenamente nem um, nem o outro, porque cada um nos atraí a si. Vivemos em movimentos cíclicos, como numa roda-gigante, que ora se encontra descendo, e ora subindo, e esse sobe e desce é o constante e o agitador da nossa própria alma. Aonde esse conhecimento do bem e mal é tão necessário como se nunca vivêssemos sem o segundo? – O primeiro casal vivia sem essa dualidade, era perfeito e feliz. E se o bem, é isento de qualquer infortúnio, desprazer, maleficio ou qualquer coisa que se expresse como destrutivo, porque devemos considerar o mal um elemento benquisto necessário, e com aprovação para nossa sobrevivência individual e coletiva? Tantos estragos nos fazem o mal, a cada um de nós mesmos, como aos outros, porque o ‘mal’ é simplesmente ‘maligno’, perverso, seguramente malquisto, tenebroso e mortífero. Ele é tão mal, que não nos deixa imaginar o Bem Pleno, porque sempre nos tira esse prazer, nos depreda da felicidade, alegria e segurança. Por outro lado, não podemos imaginar o Bem Pleno, porque a nossa natureza contaminada não poderá jamais sentir, viver e apreciar essa bondade interior. Porque estamos corrompidos pelo mal. E disse então YÁOHU ULHÍM, o Criador Eterno: “Agora que o homem adquiriu a mesma capacidade que nós, de conhecer o bem e o mal, é preciso que não venha a tomar também o fruto da árvore da vida e viva eternamente”. Bereshit (Gn) 3.22. O Criador conhece o bem e o mal, e vigia para que o mal não venha sobrepor ao Bem, que Ele é, e quer. YÁOHU UL, o Criador Eterno é Tav (Bom)! Porém, nós humanos fomos aprisionados nessa força do mal, e agora provamos e vivenciamos o mal como uma existência continua e constante em nossa vida, o que não era para ser desde o princípio. Porque o homem foi criado bom e perfeito, feito da essência bondosa, generosa e amável do Seu Criador, vivia na mais pura inocência do mal, não o conhecia e nem sequer o temia, porque era isento a sua natureza, estava pronto para obedecer, e assim, comer o Fruto da Vida e viver a eternidade, porque tinha todos os frutos do Jardim para se alimentar, sem nunca precisar provar o fruto do bem/mal e conhecê-lo. Então, por que devamos achar que assim como somos do bem e mal, estamos perfeitamente relacionados e ajustados a essas essências dualista? O nosso lado mal só causa mau, o nosso lado bom, só causa o bem. Quando queremos fazer o bem, estamos confirmando a semelhança do Criador Eterno, que é TAV (BOM); mas, quando estamos praticando o mal, estaremos confirmando que o ha-ra’a (o maligno) é o mal dominante. Lembre-se: uma árvore boa, não dá frutos maus, e nem uma arvore má, dá bons frutos!  Isso é sine qua non. Imanushua.

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