REVERNCIAR O SHABBOS COMO RODSHUA (sagrado)
   
 

Respeitem o yam (d-ia) de Shábbos (sábado) como um yam (d-ia) rodshua (santo). Durante seis yamim (d-ias) trabalharão mas o shevá (sétimo) será um yam (d-ia) em que não farão qualquer trabalho; nem os vossos filhos, nem os vossos servos, nem os vossos animais, tão pouco os estrangeiros que vivem convosco. Porque foi também em seis yamim (d-ias) que YÁOHU ULHÍM fez os shua-ólmayao, a adamah (terra), os mares e tudo o que neles existe; e ao shevá (sétimo) yam (d-ia) repousou. Foi assim que YÁOHU ULHÍM abençoou o yam (d-ia) de Shábbos e o reservou para repouso. Shuamós (Exodo) 20.8-11.

Veja que o quê levou YÁOHU ULHIM considera rodshua (sagrado-separado) o yam de shábbos , foi exatamente o ter concluído toda a Sua criação e cessado de realizar obras criativas; por isso, o tornou RODSHUA (separado), dos outros yamin (di-as) e das atividades corriqueiras e impondo sobre o shábbos Naodabyao (bençãos), que apontam para o futuro do REPOUSO ETERNO, o descanço de nossas obras no REINO DE YÁOHU ULHIM, porque esse é definidamente considerado o Seu único YAM (di-a), RODSHUA (SEPARADO), indubitavelmente.

"Trabalhem durante seis yamim (d-ias) apenas, e descansem ao shevá (sétimo). Isto é para que descanse o vosso gado, os vossos jumentos, assim como o pessoal que trabalha convosco, na vossa casa, tanto os servos como os estrangeiros". Shuamós (Exodo) 23.12.

O grande princípio de YÁOHU ULHIM é igualdade de direitos e deveres. Portanto, o direito que YÁOHU ULHIM concedeu ao Adam (Homem), também concede aos animais.
Se YÁOHU ULHIM concedeu direitos ao Seu Povo que era cativo, também concede aos estrageiros que estavam dentro dos limites de habitação do Seu Povo de Yaoshorul (Is-ra-el corrompido). Portanto, sendo o shábbos outorgado ao Povo de Yaoshorul (Is-ra-el corrompido), os estrangeiros também, dentro desse limite do Seu Povo, são obrigados a obedecer. Da mesma forma os animais, que são irracionais, porém, também se cansam e precisam refrigera-se, recebem de YÁOHU ULHIM o mesmo direito do REPOUSO no Shábbos; " para que descançem o vosso gado, os vossos jumentos, o pessoal que trabalha convosco (sem exceção a ninguém), tantos os escravos (servos), como os estrangeiros", - mesmo que esses não venham a reverenciar o Shábbos (como os animais irracionais), porém, a ordem é dá-lhes o yam de descanço que é o Shábbos.

Shábbos como um sinal de existência, de vida, para quem obedecer, e morte aos desobedientes.

Então YÁOHU ULHÍM o instruiu mais:

"Diz ao povo de Yaoshorúl que descanse no meu yam (d-ia) de Shábbos, porque o Shábbos é um sinal para que se lembrem da aliança que existe entre mim e vocês para sempre. É uma forma de vos ajudar a se lembrarem de que Eu sou YÁOHU ULHÍM que vos torna rodshua (santifica). Sim, repousem no Shábbos porque é um yam (d-ia) rodshua (santo). Quem não obedecer a este mandamento deverá morrer. Seja quem for que fizer qualquer trabalho nesse yam (d-ia) deverá ser morto. Trabalha somente seis yamim (d-ias), porque o shevá (sétimo) é um yam (d-ia) especial de solene repouso, sagrado para YÁOHU ULHÍM. Esta lei é uma aliança perpétua e uma obrigação para o povo de Yaoshorúl. Será um símbolo eterno da aliança que existe entre mim e o povo de Yaoshorúl. Porque também em seis yam (d-ias) fez YÁOHU ULHÍM os shua-ólmayao e a terra, e descansou ao shevá (sétimo)."

YÁOHU ULHÍM, tendo acabado de falar com Mehushúa no Monte Sinai, deu-lhe as duas placas de pedra nas quais estavam os dez mandamentos escritos com o dedo de YÁOHU ULHÍM. Shuamós (Exodo) 31.12-18.