YÁOHU ULHIM institui os Mandamentos ao povo de Yaoshorul no Monte Sinai
 
(Parte 3)
 

Segundo:

Deve-se observar que "Amar ao próximo como a si mesmo" significa exatamente amar a si e amar ao próximo. Quando cada pessoa pensa no bem que o outro pode alcançar e deseja com toda a sinceridade e pureza de coração que o seu próximo alcance isso e, as vezes se esforça pra fazer aquilo acontecer, então, já se pode ver a esscência desse amor. Quando uma pessoa não aceitar violar o direito, a propriedade, a oportunidade, a moral, o intelecto e o próprio fisico alheio, sem a devida permissão e maturidade do outro para se sentir totalmente responsável por aquela ação, então, isso também é amar ao próximo, é saber os limites que nos separa dos direitos e deveres do próximo. Portanto tudo que pertença ao outro, é propriedade exclusiva dele, cabe unicamente a ele ceder, permitir, liberar a outros amigavelmente e corretamente. Porém, existe ações que não se cogita permitir e nem ao menos a própria pessoa deve se dar a isso.

Por isso Os Seis Mandamentos que rege esse relacionamento entre as pessoas, é rigoroso, e o fim será punição, julgamento, castigo, separação e morte final, ou seja, a segunda morte cabal, para os que não querem obedecê-los. Porque esses Seis Mandamentos diz respeito a exclusividade do relacionamento humano, de uma pessoa com outra pessoa ou varias entre si. Os Seis Mandamentos que se encontram escritos na SEGUNDA Placa de Pedra começa exatamente com o direito devido aos progenitores, os mantenedores das gerações e sucessivamente, cada Mandamento rege e protege o direito de cada um, isto é, cada um em seu devido lugar.

5 - Honra aos pais, para que venha ter uma vida longa dada por YÁOHU ULHIM;

6 - Não matar - não tirar a vida que pertence exclusivamente a outra pessoa. Ninguém tem essa permição. Aqui na Adamah (terra), somente a Morte usurpou esse direito por causa da transgressão à Ordem do Gavoha no Jardim no Edem;

7- Não adulterar - essa ação é clara evidencia da cobiça, desejar possuir quem pertence a outra pessoa. O adulterio é uma ação devastadora e saquiadora da posse de uma pessoa que pertence a outra, porque ambos estão ligados, colados, não são mais duas pessoas, mais uma única carne ou único corpo. É o mesmo que roubar, destruir, aruinar a vida moral, sentimental, afetiva, psicologica e finaceira de alguém. É uma ação de imensa profundidade em devastação na vida de uma família. É uma ação irreparável;

8- Não roubar. Nada justifica roubar aquilo que pertence à alguém. Isso é prova de que, quem rouba não se propõe a produzir o seu sustento, em geral quer ter fácil, sem nenhum esforço. É muito mais honroso pedir, do que roubar, quem rouba não é aceito por ninguém de sã consciencia;

9- Não acusar falsamente uma pessoa. O falso testimunho é uma atitude bastante perversa, acusar alguém daquilo que ele não fez, é como uma mancha que uma pessoa poderá levar pro resta da sua vida, e nunca mais limpá-la. Sem se aprofundar nas consequências que uma pessoa vítima de um falso testimunho pode sofre pelo juízo humano em tribunais;

10- Não cobiçar o que pertence aos outros; seja, a casa, o carro, a esposa, o esposo, os bens, enfim, não cobiçar NADA, coisa nenhuma. A cobiça é a porta pra todo tipo de pecado e transgressão, ela não respeita limites, não teme as leis e não respeita os direitos individuais humanos e nem coletivo. É como uma fumaça escura e tóxica, que além de causar danos, ainda sai deixando azedume, mágoas, tristezas, mortes e destruições. É também uma atitude de incompetência, ganância, oportunismo e acima de tudo o gosto pelo alheio, é o mesmo que comer o pão as escondidas, e por cima achar melhor o roubado! Porque a cobiça gera uma infinitade de atitudes, roubo, adultério, morte, intriga, desrespeito, posse do alheio, sede de poder, inveja, falso testemunho sobre algo, ou mesmo pessoa, enfim é um trem sem freio carregado de tudo que causa terror, destruição e ruína. A cobiça é uma praga maligna!

Portanto, quando qualquer um de nós, que não desejamos que nada disso venha sobre nós, então, nós procuramos não fazer NADA disso, ou seja, não transgredimos nenhum sequer desses Seis Mandamentos que dizem respeito ao Amor ao Próximo, porque nós não queremos causar nenhum mal ao nosso próximo por nenhum desse delitos, e também queremos que o nosso próximo, não deseje fazer a nenhum de nós o mesmo, isto é, não praticar nenhuma dessas ações destrutivas e devastadoras.

Assim estaremos "amando ao próximo como a nós mesmo!"

Ordenou YAOHÚSHUA hol-MEHUSHKHAY (O Messias):

"Tudo aquilo que vos quereis que os homens vos façam, fazeis vos a eles também; Ao fim e ao cabo, é isto o que ensinam a Torah (lei) e os Naviim (profetas). Man-YÁOHU 7.12.