Sugsugim
 

 

 

Prezado leitor,

                       Para mim, conhecer o Shúam (nome) Yaohúshua, o verdadeiro nome do filho do altíssimo, representou  um importante rompimento com um saber anterior, o cristianismo que, sem solidez de conhecimento, não consegue significar a viver e o estar nesta esfera humana, com originalidade e finalidade.

                       Vejam bem! O  viver e o estar nesta esfera humana não pode estar representado em expressões como: “o criador quis assim”(diante de alguma tragédia) ou “essa era a sua hora” ou ainda, “a vida é assim”. Expressões conceituais como essas estagnam o pensamento e a reflexão humana, redundando a vida sob o destino da morte.

                        Conheci o Shúam em 1995, juntamente com meu marido. Foi um susto! Relutei, retruquei, mas também me fiz escutar aquela mensagem, num ato de esforço, pois interiormente havia o desejo de compreender melhor a vida -  porque, para que e como viver.

                        O percurso de 5 anos cursando uma faculdade de Psicologia, ajudou-me em algumas reflexões. Importantes cientistas se esforçaram para ir além do conhecimento pré-estabelecido e dar respostas e significados àquilo que ainda era obscuro. Eu não poderia deixar de me fazer cientista da vida. Conversando, escutando e refletindo fui entendendo a magnitude do verdadeiro Shúam, do seu diferencial em relação ao nome que a humanidade se diz conhecer sem conhecer, há centenas de anos.

                          Já são mais de 10 anos vivendo e buscando a koshorot (verdade) do Aborrul YÁOHU que  fazemos  no constante exercício da Tefaluiao (oração) duas vezes por semana (eu, meu marido e meus dois filhos). Nestes dez anos temos vivenciado  a Rukhamul (misericórdia), o Ohaviul (amor) e a Shuamor (proteção) de YÁOHU em nossas vidas.

                           Shuaoleim! A todos.